✿ Manamigas ✿

ઇઉ Compartilhando palavras de vida...❀ܓ

17 setembro 2011

Um doce e suave presente: a amizade cristã

Um amigo verdadeiro é como um tesouro, diz a Escritura. Quando o encontramos, devemos saber guardá-lo com cuidado. Carlos Toniolo

Alguns personagens são difíceis de esquecer. Um desses era um antigo sacerdote, que com certeza já passara dos oitenta anos. Um homem bem interessante, que não procurava de modo algum esconder a idade; pelo contrário, ufanava-se das décadas vividas como um guerreiro, das batalhas vencidas. Magro, um pouco encurvado e locomovendo-se com certa dificuldade, possuía, no entanto, uma extraordinária vivacidade e alegria de alma, e isso muitas vezes surpreendia os jovens com quem tratava, pois freqüentemente a idéia de velhice é associada à de decrepitude e tristeza.
Quatro coisas boas quando envelhecem
amizade_1.jpg
Os anos requintam os bons vinhos  e   consolidam as
verdadeiras amizades                                 Gustavo Kralj
Um dia alguém o elogiou por estar com tão boa disposição, apesar da idade. Com um pequeno sorriso no canto dos lábios, ele retrucou:

- Não se iluda, meu filho! As coisas boas são as novas, as velhas para nada servem...

A entonação da voz e um certo brilho maroto no olhar do esperto ancião davam a entender que ele não formulava um princípio, mas preparava algum dito de espírito. De fato, ele logo continuou:

- Na pequena aldeia onde nasci, as pessoas costumavam dizer que quatro coisas são boas quando são velhas: vinho velho para beber, madeira velha para queimar, livros velhos para ler e amizades velhas para confiar.

O sacerdote sorriu satisfeito, enquanto algumas pessoas próximas se entreolhavam, meneando a cabeça em sinal de aprovação. Quanto ao vinho, à madeira e aos livros, não há muito a discutir. Mas em que consiste exatamente o valor de uma amizade, sobretudo uma amizade entendida sob o prisma cristão?
Três graus de egoísmo
Ao observar a natureza, vemos que há animais gregários, ou seja, aos quais é próprio viver em grupo. Por exemplo, as laboriosas abelhas em suas colméias e os tranqüilos carneiros em seus prados formam pequenas "sociedades" simples e harmoniosas.

Os homens, porém, transferem para o seu relacionamento social as qualidades e os defeitos inerentes à sua complexa natureza.

Lamentavelmente, trazemos em nós várias tendências más. Uma delas, sobremaneira dura, é o fato de o homem ser por natureza egoísta, ou seja, levado a procurar em primeiro lugar seu próprio interesse; num grau maior, a se preocupar só com seu interesse; e nos casos extremos, a ver em qualquer outro interesse um inimigo potencial...
A amizade transpõe a barreira do egoísmo
Estabelecida assim essa barreira do egoísmo entre os homens, com muita razão se reconhece o mérito e o valor de quem se esforça em ultrapassá- la.

Tomemos, a título de exemplo, dois homens que se vêem com freqüência e passam a se cumprimentar. A partir desse momento, um irá referir- se ao outro como "conhecido". Já não são estranhos. Se um começa a participar com assiduidade de alguma atividade do outro, quer de trabalho, quer de diversão, torna-se um "companheiro" ou "colega".

Mas para alguém chegar a ser de fato um "amigo", terá necessidade de subir muitos degraus na dura faina de escalar e transpor o mencionado muro do egoísmo. Quantos estarão dispostos a fazê-lo?
Alguns preceitos da boa amizade
Para duas pessoas se considerarem "amigas" há umas tantas condições a cumprir. Muitas vezes é preciso renunciar à própria vontade.

- Vamos sair.

- Eu prefiro ficar.

- Está bem... ficarei aqui contigo.

Se alguém não está disposto a fazer isso, não é um amigo.

Vamos conversar? É preciso saber calar, é preciso saber ouvir, é preciso prestar atenção num tema pouco interessante.
amizade_2.jpg
       A autêntica amizade transpõe as barreiras do
       egoísmo                         Frank Seifert/Getty Images
É preciso apresentar as coisas das quais se gosta sem violentar o interesse do outro nem seqüestrar a conversa.

Saber chegar na hora certa e ir embora no momento oportuno. Estar sempre presente, mas ausentar-se quando isso for necessário. Apresentar- se como útil e solícito, mas não insinuar-se como indispensável. Ser capaz de cativar a atenção, e libertála sem custo.

O outro tem defeitos? Deve-se saber suportá-los, mas também, se necessário, apontá-los com tato, ao mesmo tempo estendendo a mão em auxílio para a correção. Sobretudo, ter sempre em vista que também somos portadores de falhas a serem emendadas.
O fundamento natural da amizade: reciprocidade
Haverá por certo divergências, quiçá até mesmo brigas. Mas uma verdadeira amizade possui humildade para pedir e dar perdão, traz em si força para curar as feridas, e deve, depois de um abalo, tornar-se mais forte do que era antes dele.

Seu fundamento natural é a reciprocidade. Quem espera receber, precisa estar disposto a dar. Sem isso, não é algo sincero. Mas um grau superior de amizade, e que denota nobreza de alma, é quando num relacionamento se está mais disposto a dar do que a receber.
O amor ao próximo, a essência da amizade cristã
Até aqui, consideramos a amizade sob o aspecto meramente natural. Mas mesmo assim, ao ler esses pontos tomados a esmo, logo se percebe como é raro e, portanto, precioso encontrar pessoas que se encaixem nesses quesitos. Já os antigos gregos reconheciam isso, e valorizavam muito o homem íntegro que se portava como verdadeiro amigo, pois sabiam como era custoso encontrar um. Aristóteles chegou a afirmar: "Ter muitos amigos equivale a não ter nenhum".

Mas ainda um passo haveria de ser dado, nessa íngreme estrada do relacionamento humano, e seria dado pelo Cristianismo. À amizade natural, já tão difícil de ser praticada, Nosso Senhor Jesus Cristo acrescentou outras exigências, chamando os homens à maior perfeição. Primeiro, pedenos amar os outros como a nós mesmos; depois, amar até mesmo quem nos maltrata; e, por fim, Se coloca a Si mesmo - Homem-Deus - como modelo do amor que todos os homens devem ter entre si: "Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei" (Jo 15, 12).
Não se pode conceber modelo mais alto e perfeito de amizade do que este para o qual nos convida o Salvador. Ele ultrapassa de muito as melhores expectativas dos antigos clássicos, pois contraria os mais arraigados costumes e defeitos humanos. Ele parece estar além do limitado alcance de nossa pobre natureza. É bem verdade! Tanta generosidade e abnegação só são possíveis com um auxílio celeste, ou seja, a graça, esse dom oferecido por Deus para elevar o homem até sua divina estatura.

O fundamento da amizade cristã é o amor
ao próximo, ensinado por Jesus
Jesus e os pequeninos, Igreja de São Patrí-
cio - Nova Orleans, EUA
                                                    François Boulay
A amizade cristã é, pois, um dom sobrenatural, um doce e suave fruto do amor ao próximo, sublime ideal apontado pelo Salvador no Evangelho.
Quando a amizade é substituída pelo mero interesse
Por aí vemos a quantos sofrimentos se expõem as tristes sociedades que banem de seu seio a caridade cristã, esse fator inigualável de harmonia. Uma amostra disso, lemos na pessimista pena de um conhecido escritor alemão, infelizmente influenciado por idéias pouco cristãs: "Quanto mais altruísta é o homem, mais ele é subjugado pelos egoístas". Um melancólico convite a um relacionamento tão frio quanto impiedoso.

Uma sociedade construída a partir de princípios como este seria um agrupamento humano sem afeto, onde não haveria amizade, só egoísmo. Os homens se conheceriam, mas não seriam amigos. Viveriam juntos, porém, não como companheiros. Habitariam o mesmo território e, entretanto, não seriam mais do que estranhos.
O Divino Amigo
Assim, com razão o experiente sacerdote mencionado no começo destas linhas atribuía tanto valor à amizade, sobretudo às antigas, ratificadas pelos anos. Um verdadeiro amigo é um dom precioso, conquistado numa árdua batalha contra o egoísmo humano, inimigo sempre latente em nossos corações. Do mesmo modo como o passar do tempo depura os sabores do bom vinho, o correr dos anos nos permite separar adequadamente as verdadeiras amizades daquelas que são falsas e interessadas.

E a amizade cristã? Sem dúvida, podemos reconhecer nela um dos mais doces e suaves presentes oferecidos pela infinita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo à pobre humanidade. Mas esta amizade só será autêntica se tiver num sólido amor a Deus a principal razão de sua existência. Aí sim, será um poderoso sustento e lenitivo nas agruras desta vida, e continuará na eternidade, onde teremos a suprema amizade d'Aquele que, além de Pai, é o Divino Amigo de todos os homens

(Texto extraído da net)


Bjss no coração!

28 agosto 2011

Aniversariantes de Agosto / Setembro

05 agosto 2011

A importancia das Conexões na Comunicação do Evangelho

Jesus foi o maior de todos os mestres. Seus discípulos o chamaram de mestre. Ele mesmo se apresentou como mestre e até seus inimigos reconheceram que ele era mestre. Jesus foi o maior de todos os mestres por causa da variedade de seus métodos e por causa da sublimidade de sua doutrina. Jesus não foi um alfaiate do efêmero, mas um escultor do eterno. Sendo o Mestre dos mestres, o maior comunicador de todos os tempos, Jesus usou com perícia invulgar importantes conexões em sua comunicação. Quero ilustrar esse fato incontroverso com suas cartas endereçadas às igrejas da Ásia Menor. Visitando as ruínas dessas históricas cidades recentemente, pude constatar de forma inequívoca essas conexões usadas por Jesus. Vejamos, por exemplo a carta enviada à igreja de Laodicéia.

1. Jesus usou a conexão geográfica. Laodicéia era uma rica cidade situada no Vale do Lico, uma fértil região, entre as cidades de Hierápolis e Colossos. Hierápolis é uma fonte termal, de onde jorram águas quentes do topo de uma montanha branca, chamada castelo de algodão. Essas águas quentes eram terapêuticas. Em Colossos, do outro lado do vale, ficavam as fontes de águas frias, também terapêuticas. Porém, Laodicéia não tinha fontes de águas. Suas águas vinham por meio de dutos desde as montanhas e chegavam à cidade mornas e sem qualquer efeito terapêutico. Jesus usa essa conexão geográfica para dirigir-se à igreja, dizendo-lhe: “Conheço as tuas obras, que nem és quente nem frio. Quem dera fosses frio ou quente. Assim, porque és morno nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca”.

2. Jesus usou a conexão econômica. Das três cidades do Vale do Lico, Laodicéia era a mais rica. Era um poderoso centro comercial. O comércio de ouro vindo de Sardes era famoso. A cidade era um dos maiores centros bancários da Ásia Menor. A igreja longe de influenciar a cidade, foi por ela influenciada. Ao olhar-se no espelho, julgou-se rica e abastada. Jesus, porém, repreende a igreja afirmando que ela era pobre e miserável e deveria comprar ouro puro para se enriquecer. Conforme o ensino de Jesus a riqueza material não é sinônimo de prosperidade espiritual.

3. Jesus usou a conexão industrial. Laodicéia era famosa pela indústria têxtil. A lã de cor escura, fabricada em Laodicéia, era famosa em toda a Ásia Menor. A cidade tinha orgulho de sua indústria têxtil. Jesus usa esse gancho para exortar a igreja, ordenando-lhe a comprar vestes brancas para se vestir, a fim de que sua vergonha não fosse manifesta.

4. Jesus usou a conexão científica. Laodicéia era o maior centro oftalmológico do Império Romano. Naquela cidade asiática fabricava-se o pó frígio, um remédio quase milagroso na cura das doenças dos olhos. Pessoas de todos os cantos do mundo viajavam para essa próspera cidade em busca de tratamento. Na cidade mais importante do mundo no tratamento de doenças dos olhos, havia uma grande cegueira espiritual, que estava atingindo a própria igreja. Então, Jesus exorta a igreja a comprar colírio para ungir os seus olhos, a fim de ver com clareza as realidades espirituais.

A mensagem do evangelho é imutável. Ela atravessa os séculos e não sofre variação. Porém, precisamos conhecer a geografia, a história e a cultura da cidade onde estamos inseridos, para fazermos conexões oportunas e pertinentes na comunicação do evangelho. Precisamos ler o texto e o contexto; precisamos interpretar a palavra e o povo. John Stott, um dos maiores expositores bíblicos de todos os tempos, falecido no dia 27 de julho de 2011, disse acertadamente que o sermão é uma ponte entre dois mundos: o texto antigo e o ouvinte contemporâneo. Que Deus nos ajude a abrir os olhos espirituais para fazermos as conexões necessárias, a fim de comunicarmos com mais eficácia a mensagem gloriosa do evangelho.
 
 
 
 
(Enviado por Vanessa Pires)
 
 

09 julho 2011

A esperança que não se desespera


A esperança é o oxigênio que nos mantém vivos. Quem não tem esperança vegeta, não vive. Quem passa os anos de sua existência na masmorra do desespero, acorrentado pelo medo e subjugado pelas algemas da ansiedade, conhece apenas uma caricatura da vida. A vida verdadeira é timbrada pela esperança, uma esperança tão robusta que espera até mesmo contra esperança. Foi assim com Abraão, o pai da fé. Deus lhe prometeu um filho, em cuja descendência seriam abençoadas todas as famílias da terra. Abraão já estava com o corpo amortecido. Sua mulher, além de estéril, já estava velha demais para conceber. A promessa de Deus, porém, não havia se caducado. Contra todas as possibilidades humanas, contra todos os prognósticos da terra, contra todo o bom senso da razão humana, Abraão não duvidou por incredulidade, mas pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus e esperou mesmo contra a esperança, e o milagre aconteceu em sua vida. Isaque nasceu e com ele a esperança de uma descendência numerosa e bendita.

A esperança que não se desespera tem algumas características:

1. Ela está fundamentada não em sentimentos humanos, mas na promessa divina. Abraão não dependia de seus sentimentos, mas confiava na promessa. Deus havia lhe prometido um filho e essa promessa não havia sido revogada. Abraão já estava velho e seu corpo já estava amortecido, mas esse velho patriarca não confiava no que estava em seu interior, mas naquele que é superior. Não vivemos pelo que sentimos, vivemos agarrados na promessa. Não devemos nos estribar em nossas emoções instáveis, mas na Palavra estável e inabalável daquele que não pode mentir. As promessas de Deus não podem falhar. Ele é fiel para cumprir sua Palavra. Devemos tirar os olhos de nós mesmos e colocá-los em Deus. Dele vem a nossa esperança. Ele é a nossa esperança. Nele podemos confiar.

2. Ela está fundamentada não em circunstâncias, mas naquele que governa as circunstâncias. A fé ri das impossibilidades, pois não é uma conjectura hipotética, mas uma certeza experimental. A fé não lida com possibilidades, mas com convicção. O objeto da fé não está no homem, mas em Deus. A fé não contempla as circunstâncias, mas olha para aquele que está no controle das circunstâncias. Abraão sabia que Deus poderia fortalecer seu corpo e ressuscitar a fertilidade no ventre de sua mulher. Sabia que o filho da promessa não seria fruto apenas de um nascimento natural, mas, sobretudo, de uma ação sobrenatural. A esperança que não se desespera não olha ao redor, olha para cima; não vê as circunstâncias, comtempla o próprio Deus que está no controle das circunstâncias.

3. Ela está fundamentada não nas ações humanas, mas nas intervenções divinas. Abraão e Sara fraquejaram por um tempo na espera do filho da promessa. O resultado dessa pressa foi o nascimento de Ismael. A ação humana sem a condução divina resulta em sofrimento na terra, mas não em derrota no céu. O plano do homem pode ser atabalhoado, mas o plano de Deus não pode ser frustrado. Deus esperou Abraão chegar a seu limite máximo antes de agir. Esperou que todas as possibilidades da terra cessassem antes de realizar seu plano. Então, a promessa se cumpriu, o milagre aconteceu e Isaque nasceu. O limite do homem não limita Deus. A impossibilidade do homem não ameaça Deus, pois os impossíveis do homem são possíveis para Deus. Quando o homem chega ao fim dos seus recursos, Deus ainda tem à sua disposição toda a suprema grandeza do seu poder. Deus faz assim para que coloquemos nele toda a nossa confiança, para que tenhamos nele toda a nossa alegria e para que dediquemos a ele toda a glória devida ao seu nome.

Rev. Hernandes Dias Lopes







Vanessa Pires.Rosa vermelha

08 julho 2011

Manas Amo Vcs!!!



ઇઉ Rafa Lima ઇઉ 

"Onde estiver o teu tesouro ai estará o teu coração" Mateus 6:21

                                         Guarda o teu coração.


"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida" (Provérbios 4.23).

Guardar o meu coração? Como assim? Tenho que guardar ele numa caixa e esconder numa gaveta? Não é bem assim. Na verdade, esse texto, se você reparar, fala do quanto o coração é importante em nossa vida. Quando a Bíblia fala de coração não é o músculo que bombeia sangue pra todo o copo, mas aquilo que a gente conhece como a nossa vontade, nossa sensibilidade, nosso emocional, pensamentos, que orientam muitas vezes a nossa vida.
Percebeu, então, o quanto o coração é importante? Por isso, devemos guardá-lo, protegê-lo . E a Bíblia também diz que "enganoso é o coração, mais que todas as coisas". (Jeremias 17.9a). Ou seja, não dá pra confiar nele. Sabe aquele papo de que você deve sempre seguir o seu coração? É papo furado! Agora você sabe que esse não é um bom conselho.
E tem mais! Olha como continua o texto: E desesperadamente corrupto, quem o entenderá? (Jeremias 17.9b). Não é a toa que a Bíblia nos orienta para guardar o coração. Afinal, muitas das nossas decisões são direcionadas pelo coração. Tome cuidado! "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte" (Provérbios 16.25).  Busquem a Jesus, pois Ele com certeza sabe o que é melhor pra você. Acredite, isso não é papo furado, é verdade é funciona mesmo!
Portanto coloque o seu coração nas mãos de Deus. Aliás, o que Deus diz para nós sobre isso: Dá-me, filho meu, o teu coração (Provérbios 23.26). Imagine só o Deus Todo-Poderoso querer o meu coração! Ele sabe como o nosso coração é e quer transformá-lo.
Lembre-se: Jesus te ama e quer sempre o melhor pra você. Quer um conselho? Dá o teu coração pra Ele, você vai ver uma verdadeira revolução acontecer na sua vida!
Deus te abençõe.
Paz de Cristo




 ઇઉ Rafa  Lima ઇઉ       

                                                                                           

03 julho 2011

NÃO É COMIGO....

NÃO É COMIGO...


ESTA É UMA HISTORIA SOBRE QUATRO PERSONAGENS: TODO MUNDO, ALGUÉM, NINGUÉM E QUALQUER UM. HAVIA UM IMPORTANTE TRABALHO A SER FEITO E TODO MUNDO TINHA CERTEZA DE QUE ALGUÉM O FARIA. ACONTECE QUE QUALQUER UM PODERIA TÊ-LO FEITO, MAS NINGUÉM O FEZ! ALGUÉM ZANGOU-SE, PORQUE ERA UM TRABALHO PRA TODO MUNDO FAZER. TODO MUNDO PENSOU QUE QUALQUER UM PODERIA FAZÊ-LO MAIS NINGUEM IMAGINOU QUE TODO MUNDO DEIXASSE DE FAZÊ-LO.AO FINAL, TODO MUNDO CULPOU ALGUEM QUANDO NA VERDADE NINGUEM FEZ O QUE QUALQUER UM PODERIA TER FEITO.

“FAÇAMOS A OBRA DE DEUS ENQUANTO É DIA, PORQUE A NOITE VEM, QUANDO NÃO SERÁ MAIS POSSIVEL FAZÊ-LO. LEMBRANDO QUE QUALQUER UM PODE CONTRIBUIR PRA O ENSINO, TODO MUNDO DEVE ORAR, ALGUEM CERTAMENTE TERÁ CHAMADA DE DEUS PARA FAZER A OBRA, MAIS NINGUEM DEVE FICAR OCIOSO.

BJOS PRA TODAS...

CAMILA

Onde está Deus?

Onde Deus está neste momento?



Momentos em que as lágrimas descem pelo rosto
Momentos em que a angústia parece ser maior que o nosso sorriso

Onde Deus está neste momento?
Quando os inimigos se levantam,
Quando jogam pedras, quando falam maldosamente, sem razão
Quando me injuriam, me caluniam

Onde Deus está?

Onde Deus está quando as promessas parecem não se realizar?
Quando os sonhos parecem impossíveis
Quando a única vontade que temos é de ficar num cantinho e chorar...

Onde Deus está quando me sinto sozinha?
Onde Deus está quando as pessoas me evitam
Onde Ele está? Onde?

Não ouço resposta
Pareço abandonada
Onde está a voz de Deus?

No meio de todos estes questionamentos,
Senti a mão do Mestre a me tocar
Seu falar é doce, suave
Me prostrei para ouvir o que o meu Deus queria falar ao meu coração

Quando eu te disse que você não teria lutas?
Quando eu te disse que não sofrerias neste mundo?
Eu te disse: No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo,
Pois eu venci o mundo

O Rei dos Reis se importa conosco
Nenhuma lágrima derramada cai no vão quando choramos diante dEle
Ele olha para nós, Ele vê graça em nós
Será que alguém que deu o próprio filho por amor nos deixaria sozinhos?
Não, Ele nunca nos deixaria sós.
Eu te disse na minha Palavra: Não te deixarei, nem te desampararei


Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.

Senhor, quem sou eu para duvidar de Ti?
Tu, que nunca falhaste, em cujo caráter não há sombra de variação

Senhor, não vou, não quero reclamar
Vou adorar
Mesmo que eu não entenda,

Sei que seus caminhos são mais altos que os meus,
Seus mistérios são mais profundos
Tu me conheces, sabes o que sou capaz de suportar

Vou passar por isso tudo, no meio do deserto sei que Tu estarás comigo
E depois disso tudo terei uma nova música em meus lábios
No lugar de pranto, entoarei louvores em festa
E no lugar do aperto no coração, da tristeza, terei óleo de alegria sobre a minha cabeça
Sei onde estás, Senhor
Tu nunca saíste do meu lado...

Enviado por Cris

01 julho 2011

Reflexão: Assembléia na carpintaria

Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia...

Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.
A causa?
Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
"Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes."
A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos. Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!!

Autor desconhecido


Nosso Deus é o carpinteiro e nós as ferramentas que Ele tanto deseja usar, mesmo que cada um de nós sejamos cheios de falhas e defeitos, Ele nos escolheu, nos resgatou e nos deu um chamado para excercer, individualmente e também em conjunto, todos fazemos parte da grande obra de Deus!

Um super bjo, ESTER PAIXÃO


A história da águia.uma lição de vida

A águia é a ave que possui maior longevidade da espécie. Chega a viver setenta anos.
Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos quarenta ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!
Então a águia só tem duas alternativas: Morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar cento e cinquenta dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só cinco meses depois sai o formoso vôo de renovação e para viver então mais trinta anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, velhos hábitos que nos causam dor.
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que a renovação sempre nos traz.

"Se alguém está com Cristo é uma nova criatura; as coisas
velhas já passaram, eis que tudo se fez novo."

• Isaías 40:31 Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.
 
Enviada por Cris,